Uma performance n’A Pilastra

Texto e imagens de Bernardo Scartezini
Natasha de Albuquerque entra
nua em cena. De batom vermelho, pinta coraçõezinhos nas pernas e nas nádegas. Então se põe a dar tapas e tapas, descendo o braço nela mesma – a pele branca se avermelhando lentamente – tanto do borrado do batom, quanto da marca dos golpes. Na trilha sonora, uma insistência percussiva a se confundir com o som que Natasha tira do próprio corpo.

Cada vez que voltamos aqui n’A Pilastra, gosta de dizer o coordenador Mateus Lucena, a casa está diferente. Verdade. Certamente, a cada van do BSB Plano das Artes que chegar no Setor de Oficinas do Guará, uma surpresa se revelará.
Até 29 de junho, rola a coletiva Inferninho da Katya Flavya, de Aline Luppi Grossi, Alla Söub, Ana Giselle, Bia Leite, Bianca Kalutor, Castiel Vitorino, Culto das Malditas, Dardania, Davi de Jesus, Henrique Ferreira e Felipe Takata, Jorge Maravilha, Kali, Lara Ferreira, Lídice, Lyz Parayzo, Malena Stefano, Pamella Anderson, Rafaela Lassance, Raíssa Dias Pimentel, Xibi Rodrigues, Rômulo Barros, Vincente de Paula e Walla.
Criada em 2017, A Pilastra tem horário especial de funcionamento para o BSB Plano das Artes: de quinta a domingo, das 15h às 21h. Endereço: QE 40 conjunto D lote 38, Guará II-DF.
Um comentário sobre “Uma performance n’A Pilastra”
@nadegas_a_declarar arrasa sempre!